O sentimento de perda do pai trouxe junto o de revolta com o sistema de saúde e a exigência de testes físicos. Para Celso, estas provas físicas “vão além dos limites do corpo” somente para aprovação em concurso público.
Apesar de ter consciência que o mau atendimento do
serviço público resultou na morte de seu filho, Celso não pretende processar o estado.
No entanto, ele quer que a morte de seu filho não seja em vão e que “essa realidade mude para que outros não morram”.
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