O prédio começou a ser demolido em setembro do ano passado pela construtora Rio Ave, que planeja construir um empreendimento no local, mas a derrubada foi embargada pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e também por ordem judicial cautelar, a pedido do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Posteriomente, a Justiça decidiu que a edificação não estava em processo de tombamento, e o MPPE não recorreu.
Professora da UFPE pediu vistas e processo volta à pauta no dia 4 de abril.
Debate vai decidir se prédio vai virar 'Imóvel Especial de Preservação.
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