Páginas

sábado, 19 de janeiro de 2013

Nordeste sonha com final na Liga Feminina

A Liga de Basquete Feminino (LBF) perdeu patrocínio, times, e começa hoje com atraso de mais de um mês. Mas se há uma boa notícia no cenário da modalidade é que parte da força do torneio virá do Nordeste.
Maranhão, em sua segunda participação, e o estreante Sport Recife investiram em elencos fortes e na repatriação de atletas para tentar dar uma cara "nacional" à competição dominada pelos times paulistas.
"É importante que um dos dois times chegue à final", afirma Roberto Dornellas, técnico do Sport. "Se isso acontecer, quem sabe não motiva a volta dos times do Rio, de Joinville, de Blumenau?", disse o treinador, sobre as equipes ausentes do torneio.
A equipe pernambucana repatriou as pivôs Érika, que não atuava no país havia dez anos, e Franciele, além da armadora Adrianinha. No ginásio da Ilha do Retiro, que foi reformado, estreia hoje, às 12h, contra o campeão Americana.
O Maranhão, capitaneado pela ala Iziane, só joga daqui a uma semana - por causa do número reduzido de equipes (apenas sete), terá de esperar para fazer sua estreia. As equipes jogarão em turno único e o melhor colocado se classifica direto à semifinal - os playoffs serão em melhor de três jogos.
Recordista de público ano passado, preenchendo os sete mil lugares do Castelinho, o time de São Luís terá jogadoras como a pivô Kelly, ex-seleção; a ala-pivô Damiris, melhor jogadora do último Mundial sub-19; e a cubana Plutin - todas eram de Ourinhos, vice paulista.

Nenhum comentário:

Postar um comentário